
O Banco Comercial e de Investimentos (BCI) inaugurou, na quinta-feira (13), a exposição colectiva itinerante “Homens Sem Medo”, um evento integrado na campanha Novembro Azul, dedicada à consciencialização sobre a saúde masculina e à prevenção do cancro da próstata. A abertura decorreu nos Quiosques Artesanais da Boa Coisa, no recinto da FEIMA, em Maputo.
A mostra reúne cerca de 40 obras — incluindo pintura, desenho e cerâmica — de seis reconhecidos artistas moçambicanos: André Macie, Butcheca, Lauro Munguambe, Mulalene, Mário Tique e Matxakhosa. As peças exploram temas ligados à masculinidade consciente, ao auto-cuidado e à importância de quebrar tabus sobre saúde do homem.
Exposição segue para o edifício-sede do BCI
A exposição é itinerante. Entre 18 e 29 de Novembro, estará patente no Átrio do Auditório da sede do BCI, encerrando o ciclo de actividades promovidas pelo banco ao longo do Novembro Azul. A iniciativa procura aproximar a arte das pessoas e reforçar o compromisso do BCI com causas sociais de impacto nacional.“Uma manifestação de coragem e responsabilidade social”, diz o BCI
Para o Administrador do BCI, Luís Aguiar, a exposição simboliza a união entre arte, saúde e responsabilidade social:“Esta exposição constitui uma manifestação de coragem e responsabilidade social, entrelaçando arte, saúde e cidadania num mesmo propósito nobre: inspirar e despertar.”
Aguiar destacou ainda que o BCI pretende continuar a apoiar a cultura e a manter-se próximo dos criadores, reconhecendo a arte como um serviço essencial à comunidade.
Saúde masculina em destaque no evento
Durante a inauguração, o urologista José Weng, da Direcção de Serviços de Saúde da Cidade de Maputo, partilhou informações essenciais sobre saúde masculina e prevenção do cancro da próstata, num ambiente descontraído e aberto ao diálogo.O evento contou ainda com a actuação musical de Idálvia Bahule, enriquecendo a experiência cultural da noite. Os artistas envolvidos agradeceram a oportunidade de abordar, através da arte, um tema de grande relevância para a sociedade moçambicana.
Comentários
Postar um comentário